terça-feira, 27 de janeiro de 2009

[Dica] Esporte: arma contra o estresse do vestibular - História Geral - Prof.: Elmo


Tese de mestrado apresentada na USP aponta para uso da prática esportiva como válvula de escape para a tensão provocada pelos exames.

Noites em claro, caderno na mesa e uma xícara de café ao lado. Conforme o mês de julho se aproxima, os jovens que vão se candidatar aos vestibulares do meio do ano, como também no final do ano, se rendem às pressões da vida e muitas vezes se esquecem de zelar por sua saúde física e mental.
O professor Abel Ardigó, coordenador de esportes do Colégio Magno na zona Sul de São Paulo, desenvolveu uma pesquisa intitulada "Considerações sobre a aptidão física relacionada à saúde do pré-vestibulando", que virou tese de mestrado e lhe rendeu um convite para ministrar um curso sobre o tema na Universidade de São Paulo.
Ardigó analisou durante um ano dados como composição corporal, consumo de oxigênio e condição de estresse - avaliada pelo sono - dos vestibulandos e detectou que nessa fase os alunos passam a estudar dois períodos, pois muitos fazem cursinho.
Como consequência disso, tendem a diminuir as atividades físicas, alteram hábitos alimentares e a jornada de sono também diminui. A conclusão da pesquisa de Ardigó é que essas alterações acabam provocando o estresse e dificultando o bom desempenho nos vestibulares.
Depois da conclusão da tese de mestrado, o professor não parou mais. Ele continua fazendo acompanhamento dos alunos de Ensino Médio do Colégio Magno. Ardigó é um dos organizadores das Olimpíadas Magno/Rexona Teens que acontece em São Paulo, envolvendo mais de 2 mil alunos de 21 escolas particulares da capital paulista.
"Na maratona do vestibular, não apenas o grau de conhecimento, mas também, as condições físicas dos alunos devem ser levadas em conta", afirma o professor. Reforçando e apoiando a sua tese, o Colégio Magno investe na implantação de atividades equilibradas, na orientação alimentar e em opções esportivas adaptadas ao perfil de seus alunos.
Segundo o diretor do Magno, Mauricio Tricate, "o objetivo é fazer com que, apesar da pesada carga de estudos, os alunos preservem a qualidade de vida e as melhores condições físicas".

Fonte: CGC Comunicação

[De olho no Vestibular] Fim da União Soviética - História Geral - Prof.: Elmo

Yeltsin e Gorbatchev conduziram o processo de abertura política e econômica da União Soviética.

A queda do governo de Stálin trouxe à tona uma série de transformações que abriu portas para o fim da centralização política promovida pelo stalinismo. No governo de Nikita Kruchev, várias das práticas corruptas e criminosas do regime stalinista foram denunciadas. Depois de seu governo, Leonid Brjnev firmou-se frente a URSS de 1964 a 1982. Depois desse período, Andropov e Constantin Tchernenko assumiram o governo russo.
Nesse período, os problemas gerados pela burocratização do governo soviético foram piorando a situação social, política e econômica do país. O fechamento do país para as nações não-socialistas forçou a União Soviética a sofrer um processo de atraso econômico que deixou a indústria soviética em situação de atraso. Além disso, os gastos gerados pela corrida armamentista da Guerra Fria impediam que a União Soviética fosse capaz de fazer frente às potências capitalistas.
A população que tinha acesso ao ensino superior acabou percebendo que o projeto socialista começava a ruir. As promessas de prosperidade e igualdade, propagandeadas pelos veículos de comunicação estatais, fazia contraste com os privilégios a uma classe que vivia à custa da riqueza controlada pelo governo. Esse grupo privilegiado, chamado de nomenklatura, defendia a manutenção do sistema unipartidário e a centralização dos poderes políticos.
No ano de 1985, o estadista Mikhail Gorbatchev assumiu o controle do Partido Comunista Soviético com idéias inovadoras. Entre suas maiores metas governamentais, Gorbatchev empreendeu duas medidas: a perestroika ( reestruturação) e a glasnost (transparência). A primeira visava modernizar a economia russa com a adoção de medidas que diminuía a participação do Estado na economia. A glasnost tinha como objetivo abrandar o poder de intromissão do governo nas questões civis.
Em esfera internacional, a União Soviética buscou dar sinais para o fim da Guerra Fria. As tropas russas que ocupavam o Afeganistão se retiraram do país e novos acordos econômicos foram firmados junto aos Estados Unidos. Logo em seguida, as autoridades soviéticas pediram auxílio para que outras nações capitalistas fornecessem apoio financeiro para que a nação soviética superasse suas dificuldades internas.
A ação renovadora de Mikhail Gorbatchev criou uma cisão política no interior da União Soviética. Alas ligadas à burocracia estatal e militar faziam forte oposição à abertura política e econômica do Estado soviético. Em contrapartida, um grupo de liberais liderados por Boris Ieltsin defendia o aprofundamento das mudanças com a promoção da economia de mercado e a privatização do setor industrial russo. Em agosto de 1991, um grupo de militares tentou dar um golpe político sitiando com tanques a cidade de Moscou.
O insucesso do golpe militar abriu portas para que os liberais tomassem o poder. No dia 29 de agosto de 1991, o Partido Comunista Soviético foi colocado na ilegalidade. Temendo maiores agitações políticas na Rússia, as nações que compunham a União Soviética começaram a exigir a autonomia política de seus territórios. Letônia, Estônia e Lituânia foram os primeiros países a declararem sua independência. No final daquele mesmo ano, a União Soviética somente contava com a integração do Cazaquistão e do Turcomenistão.
No ano de 1992, o governo foi passado para as mãos de Boris Ieltsin. Mesmo implementando diversas medidas modernizantes, o governo Ieltsin foi marcado por crises inflacionárias que colocavam o futuro da Rússia em questão. No ano de 1998, a crise econômica russa atingiu patamares alarmantes. Sem condições de governar o governo, doente e sofrendo com o alcoolismo, Boris Ieltsin reiniciou ao governo. Somente a partir de 1999, com a valorização do petróleo no governo de Vladimir Putin, a Rússia deu sinais de recuperação.

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

[Caiu no Vestibular] Questão 30 da Unifor 2008.1 - História Geral - Prof.: Elmo

30. Considere o texto.

“O príncipe” atormentou a humanidade durante quatro séculos. E continuará a atormentá-la.

(Jean-Jacques Chevalier. As grandes obras políticas - de Maquiavel a nossos dias. Rio de Janeiro: Agir, 1980. p. 48)

Dentre as idéias de Maquiavel, que foram explicitadas durante o contexto da formação dos Estados Nacionais, destacam-se

(A) "os fins justificam os meios" e "a razão do Estado deve sobrepor-se a tudo".

(B) “a força é justa quando necessária” e “cabe ao Parlamento a decisão final”.

(C) “o governante deve ser amado e não temido” e “o poder está na força de Deus”.

(D) “um déspota deve ser deposto” e “os três poderes garantem o equilíbrio de poder”.

(E) “é mais seguro ser temido do que amado” e “a legitimidade é fruto do contrato social”.


Resposta - Letra "A"...Claro !!!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

[Advinhe] História Geral - Prof.: Elmo


Quem será essa importante figura da História Moderna...???
Logo virá a resposta !!!

[VESTIBULAR] Questões da Prova FUVEST -2009 - História Geral - Prof.: Elmo

FUVEST - 2009

1) No ano passado, aconteceu em Pequim mais uma Olimpíada. No mundo, peças teatrais estão sendo continuamente encenadas. Como se sabe, Olimpíadas e teatro (ocidental) foram uma criação da Grécia antiga.

Discorra sobre

a) o significado dos jogos olímpicos para os antigos gregos;

b) as características do teatro na Grécia antiga.

RESPOSTAS:

a) Originalmente conhecidas como Festival Olímpico, faziam parte dos quatro grandes festivais religiosos pan-helênicos celebrados na Grécia Antiga. Sediado na cidade de Olímpia, o Festival era muito antigo, mas foi a partir de 776 a C. que passou a ser feito um registro ininterrupto dos vencedores. O caráter festivo dos jogos foi alterado a partir da segunda metade do século V a C., quando a rivalidade entre as cidades, principalmente entre Esparta e Atenas, resultou na Guerra do Peloponeso; o mundo grego estava mais do que nunca esfacelado e enfraquecido. Na Grécia antiga, a cada quatro anos declarava-se uma trégua nas guerras, para que a população pudesse participar dos jogos de Olímpia, competição que originou os modernos Jogos Olímpicos, realizados em honra de Zeus;

b) O teatro grego se propõe a retratar dimensões do cotidiano do homem que encontram-se além do representar por representar, mas sobretudo, propõe a educar, ensinar, evidenciar que existem costumes, personalidades, belezas, enfim, adjetivos extremamente diversificados do homem que atua no maior palco já visto, o mundo. O teatro representando os diferentes momentos norteados pelas ações do homem, de certa forma, está lidando com a História.

2) No feudalismo, a organização da sociedade baseava-se em vínculos de dependência pessoal como os de vassalagem e servidão.

Descreva o que eram e como funcionavam, na sociedade feudal,

a) a vassalagem;

b) a servidão.

a) As relações de vassalagem envolviam sempre dois nobres, homens de mesma posição social. Essas relações de subordinação desenvolveram-se desde o século V, no entanto foi durante o reinado de Carlos Magno que tomaram sua forma mais desenvolvida. O incentivo aos laços de vassalagem num primeiro momento fortalecia o poder real, pois direta ou indiretamente estendia-se a toda a sociedade, no entanto, com o passar tempo o resultado tornou-se oposto na medida em que as relações pessoais foram reforçadas, diminuindo, portanto, a importância do Estado.

b) Esse sistema se caracteriza pela exploração do trabalho servil, responsável pela produção. O servo não é considerado um escravo, porém não é um trabalhador livre. O que determina a condição servil é seu vínculo com a terra, ou seja, o servo estava preso a terra. Ao receber um lote de terra para viver e trabalhar, e ao receber (teoricamente) proteção, o servo era forçado a trabalhar sempre para o mesmo senhor feudal, não podendo abandonar a terra.

3) A Reforma religiosa do século XVI provocou na Europa mudanças históricas significativas em várias esferas. Indique transformações decorrentes da Reforma nos âmbitos

a) político e religioso;

b) sócio-econômico.

a) O movimento reformista provocou a ruptura da cristandade na Europa Ocidental e representou para a Igreja Católica, a perda de elevado número de fiéis. Ao mesmo tempo reforçou o sentimento religioso e as religiões foram utilizadas como elementos de centralização política, reforçando poder de reis absolutistas que adotavam a prática da intolerância.

b) as religiões reformadas fortaleceram o individualismo, tanto com a idéia de livre-arbítrio de Lutero como de predestinação de Calvino, que valoriza o trabalho, e indiretamente fortaleceram os ideais burgueses de acumulação de capitais.

Correção e comentários dos professores Claudio Recco, Hélio Moretti e Leandro, para o Alferes Vestibulares.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

[Economia e Trabalho] Os Modos de Produção - História Geral - Prof.: Elmo

Modo de produção, em economia marxista, é a forma de organização socioeconômica associada a uma determinada etapa de desenvolvimento das forças produtivas e das relações de produção. Reúne as características do trabalho preconizado, seja ele artesanal, manufaturado ou industrial. São constituídos pelo objeto sobre o qual se trabalha e por todos os meios de trabalho necessários à produção (instrumentos ou ferramentas, máquinas, oficinas, fábricas, etc.) Existem 6 modos de produção: Primitivo, Asiático, Escravista, Feudal, Capitalista, e Comunista.

Modo de produção comunal primitivo

É considerado o primeiro modo de produção da história. Se iniciou a partir da época em que o homem deixou de ser nômade e passou a plantar e caçar. Tal modo se baseia no uso coletivo dos meios de produção, nas relações familiares e no cooperativismo, semelhantemente ao que ocorre em muitas aldeias indígenas. Assim, no modo de produção comunal primitivo, não havia propriedade privada, uma vez que todos os bens e modos de produção eram coletivos.

Modo asiático de produção (Servidão Coletiva)

Presente principalmente nas civilizações da antiguidade, como Egito e Mesopotâmia. Foi marcado pela existência de um Estado forte que apresentava mecanismos burocráticos e eficientes com o fim de submeter toda a sociedade ao seu poder.

Modo de produção escravista

Diferentemente do comunal primitivo, o modo de produção escravista foi o primeiro a estabelecer o conceito de propriedade privada. Os senhores, a minoria, eram proprietários dos escravos. As relações aqui não são de cooperação, como no modo comunal primário, mas sim, de domínio e sujeição, uma vez que os escravos eram vistos como instrumentos, como objetos, animais, etc.


Modo de produção feudal

Predominante na Europa ocidental entre os séculos V e XVI, foi marcado pelas relações entre senhores e servos. Os senhores eram os donos da terra e do trabalho agrícola do servo, contudo, os servos não eram vistos apenas como objetos, como no modo escravista


Modo de produção capitalista (Lembre-se, esse é o nosso)

Capitalismo, sistema econômico, político e social no qual os agentes econômicos (empresários), proprietários dos meios de produção permitem que esta produção seja comercializada num mercado, onde as transações são de natureza monetária. Comumente definido como um sistema de organização de sociedade baseado na propriedade privada dos meios de produção e propriedade intelectual, e na liberdade de contrato sobre estes bens (livre-mercado).

Modo de produção Comunista

O Comunismo é um sistema econômico, bem como uma doutrina política e social, cujo objetivo é a criação de uma sociedade sem classes, baseada na propriedade comum dos meios de produção, com a conseqüente abolição da propriedade privada. Sob tal sistema, o Estado passa a ser desnecessário e seria extinto. O Comunismo tenta oferecer uma alternativa aos problemas que são entendidos como inerentes à economia capitalista e ao legado do imperialismo e do nacionalismo.

Editado de:
wikipedia.org
www.mundoeducacao.com.br

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

[Segunda Guerra Mundial] RESUMÃO - História Geral - Prof.: Elmo



Introdução :

Um conflito desta magnitude não começa sem importantes causas ou motivos. Podemos dizer que vários fatores influenciaram o início deste conflito que se iniciou na Europa e, rapidamente, espalhou-se pela África e Ásia.

Um dos mais importantes motivos foi o surgimento, na década de 1930, na Europa, de governos totalitários com fortes objetivos militaristas e expansionistas. Na Alemanha surgiu o nazismo, liderado por Hitler e que pretendia expandir o território Alemão, desrespeitando o Tratado de Versalhes, inclusive reconquistando territórios perdidos na Primeira Guerra. Na Itália estava crescendo o Partido Fascista, liderado por Benito Mussolini, que se tornou o Duce da Itália, com poderes sem limites.

Tanto a Itália quanto a Alemanha passavam por uma grave crise econômica no início da década de 1930, com milhões de cidadãos sem emprego. Uma das soluções tomadas pelos governos fascistas destes países foi a industrialização, principalmente na criação de indústrias de armamentos e equipamentos bélicos (aviões de guerra, navios, tanques etc).

Na Ásia, o Japão também possuía fortes desejos de expandir seus domínios para territórios vizinhos e ilhas da região. Estes três países, com objetivos expansionistas, uniram-se e formaram o Eixo. Um acordo com fortes características militares e com planos de conquistas elaborados em comum acordo.

O Início

O marco inicial ocorreu no ano de 1939, quando o exército alemão invadiu a Polônia. De imediato, a França e a Inglaterra declararam guerra à Alemanha. De acordo com a política de alianças militares existentes na época, formaram-se dois grupos : Aliados ( liderados por Inglaterra, URSS, França e Estados Unidos ) e Eixo ( Alemanha, Itália e Japão ).

Desenvolvimento e Fatos Históricos Importantes:

*O período de 1939 a 1941 foi marcado por vitórias do Eixo, lideradas pelas forças armadas da Alemanha, que conquistou o Norte da França, Iugoslávia, Polônia, Ucrânia, Noruega e territórios no norte da África. O Japão anexou a Manchúria, enquanto a Itália conquistava a Albânia e territórios da Líbia.

* Em 1941 o Japão ataca a base militar norte-americana de Pearl Harbor no Oceano Pacífico (Havaí). Após este fato, considerado uma traição pelos norte-americanos, os estados Unidos entraram no conflito ao lado das forças aliadas.

* De 1941 a 1945 ocorreram as derrotas do Eixo, iniciadas com as perdas sofridas pelos alemães no rigoroso inverno russo. Neste período, ocorre uma regressão das forças do Eixo que sofrem derrotas seguidas. Com a entrada dos EUA, os aliados ganharam força nas frentes de batalhas.

* O Brasil participa diretamente, enviando para a Itália ( região de Monte Cassino ) os pracinhas da FEB, Força Expedicionária Brasileira. Os cerca de 25 mil soldados brasileiros conquistam a região, somando uma importante vitória ao lado dos Aliados.

Final e Conseqüências

Este importante e triste conflito terminaram somente no ano de 1945 com a rendição da Alemanha e Itália. O Japão, último país a assinar o tratado de rendição, ainda sofreu um forte ataque dos Estados Unidos, que despejou bombas atômicas sobre as cidades de Hiroshima e Nagazaki. Uma ação desnecessária que provocou a morte de milhares de cidadãos japoneses inocentes, deixando um rastro de destruição nestas cidades.

Os prejuízos foram enormes, principalmente para os países derrotados. Foram milhões de mortos e feridos, cidades destruídas, indústrias e zonas rurais arrasadas e dívidas incalculáveis. O racismo esteve presente e deixou uma ferida grave, principalmente na Alemanha, onde os nazistas mandaram para campos de concentração e mataram aproximadamente seis milhões de judeus.

Com o final do conflito, em 1945, foi criada a ONU (Organização das Nações Unidas), cujo objetivo principal seria a manutenção da paz entre as nações. Inicia-se também um período conhecido como Guerra Fria, colocando agora, em lados opostos, Estados Unidos e União Soviética. Uma disputa geopolítica entre o capitalismo norte-americano e o socialismo soviético, onde ambos países buscavam ampliar suas áreas de influência sem entrar em conflitos armados.

www.suapesquisa.com

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

[Entre-guerras] A Ascensão do Fascismo e do Nazismo - História Geral - Prof.: Elmo


O período do Entre-guerras (1919-1939) foi a época do descrédito e da crise da sociedade liberal. Essa sociedade, agora desacreditada, havia sido forjada no século XIX, com a afirmação do capitalismo como sistema econômico "perfeito". Na segunda metade deste século, o mundo absorvia os progressos da segunda fase da Revolução Industrial cujo auge se situa entre 1870 e 1914. O imperialismo e colonialismo europeu deram aos principais países desse continente a hegemonia do mundo e, por isso, uma ótica de encarar o futuro de forma entusiástica e otimista.

Após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), pólos de poder acabaram (Alemanha, Inglaterra, França, Rússia, etc.). Na América, os Estados Unidos, com sua economia intacta, se tornaram os "banqueiros do mundo". Na Ásia, após a Revolução Meiji (1868), o Japão se industrializara, se tornou imperialista e aproveitou o conflito mundial para estender seu poderio na região.

Na descrença dessa sociedade pós-guerra, os valores liberais (liberdade individual), política, religiosa, econômica, etc. começaram a ser colocados sob suspeita por causa da impotência dos governos para fazer frente às crise econômica capitalistas que empobrecia cada vez mais exatamente o setor social que mais defendia os valores liberais: a classe média.

Concomitantemente, as várias crises provocaram o recrudescimento dos conflitos sociais e, o mundo assiste imediatamente após a guerra, uma série de movimentos de esquerda e um fortalecimento dos sindicatos. O movimento operário já havia se cindido entre socialistas ou social-democratas (marxistas que haviam abandonado a tema de luta armada e aderiram à prática político-partidária do liberalismo) e comunistas (formados por frações que se destacaram do movimento operário seguindo os métodos bolchevistas vitoriosos na Rússia (1917). Esse dois grupos eram antagônicos.

Toda a euforia e otimismo foram substituídos por um pessimismo que beirava o descontrole após a guerra. Esse pessimismo era sentido entre os intelectuais de classe média, e se manifestou principalmente no antiparlamentarismo, no irracionalismo, no nacionalismo agressivo e na proposta de soluções violentas e ditatoriais para solucionar os problemas oriundos da crise.

Os países mais afetados pela política social-democrata foram a Alemanha (derrotada), a Itália (mesmo vitoriosa, insatisfeita com os resultados da guerra) onde, a crise se manifestou de forma mais violenta. Nesses países o liberalismo não conseguira se enraizar. Ambos possuíam problemas nacionais latentes, por isso, a formação de grupos de extrema-direita, compostos por ex-militares, profissionais liberais, estudantes, desempregados, ex-combatentes, etc., elementos que pertenciam a uma classe média que se desqualificava socialmente e eram mais sensíveis aos temas antiliberais, nacionalistas, racistas, etc.

Na Itália, Mussolini e na Alemanha, Hitler formavam organizações paramilitares que utilizavam a violência para dissolver comícios e manifestações operárias e socialistas, com a conivência das autoridades, que viam no apoio discreto ao fascismo um meio de esmagar o "perigo vermelho", representado por organizações de extrema-esquerda, mesmo as moderadas como os socialistas.

De início, esses grupos que eram mais ou menos marginalizados se valiam de tentativas golpistas para a tomada do poder como foi o caso do "putsh" de Munique, dado pelo Partido Nazista na Alemanha.

À medida que a crise se aprofundava e o Estado não a debelava assim como se mostrava incapaz de sufocar as agitações operárias, essas organizações fascistas e nazistas viam aumentar seus quadros de filiação partidária. Os detentores do capital passaram a financiar essas organizações de direita, vendo na ascensão delas um meio de esmagar as reivindicações da esquerda e a possibilidade de se posta em prática uma política imperialista no sentido de abertura de novos mercados. Por essa atitude dos capitalistas entende-se porque tanto Mussolini quanto Hitler chegaram ao poder por vias legais.

[Autor: Desconhecido - www.grupoescolar.com]



O período do Entre-guerras (1919-1939) foi a época do descrédito e da crise da sociedade liberal. Essa sociedade, agora desacreditada, havia sido forjada no século XIX, com a afirmação do capitalismo como sistema econômico "perfeito". Na segunda metade deste século, o mundo absorvia os progressos da segunda fase da Revolução Industrial cujo auge se situa entre 1870 e 1914. O imperialismo e colonialismo europeu deram aos principais países desse continente a hegemonia do mundo e, por isso, uma ótica de encarar o futuro de forma entusiástica e otimista.

Após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), pólos de poder acabaram (Alemanha, Inglaterra, França, Rússia, etc.). Na América, os Estados Unidos, com sua economia intacta, se tornaram os "banqueiros do mundo". Na Ásia, após a Revolução Meiji (1868), o Japão se industrializara, se tornou imperialista e aproveitou o conflito mundial para estender seu poderio na região.

Na descrença dessa sociedade pós-guerra, os valores liberais (liberdade individual), política, religiosa, econômica, etc. começaram a ser colocados sob suspeita por causa da impotência dos governos para fazer frente às crise econômica capitalistas que empobrecia cada vez mais exatamente o setor social que mais defendia os valores liberais: a classe média.

Concomitantemente, as várias crises provocaram o recrudescimento dos conflitos sociais e, o mundo assiste imediatamente após a guerra, uma série de movimentos de esquerda e um fortalecimento dos sindicatos. O movimento operário já havia se cindido entre socialistas ou social-democratas (marxistas que haviam abandonado a tema de luta armada e aderiram à prática político-partidária do liberalismo) e comunistas (formados por frações que se destacaram do movimento operário seguindo os métodos bolchevistas vitoriosos na Rússia (1917). Esse dois grupos eram antagônicos.

Toda a euforia e otimismo foram substituídos por um pessimismo que beirava o descontrole após a guerra. Esse pessimismo era sentido entre os intelectuais de classe média, e se manifestou principalmente no antiparlamentarismo, no irracionalismo, no nacionalismo agressivo e na proposta de soluções violentas e ditatoriais para solucionar os problemas oriundos da crise.

Os países mais afetados pela política social-democrata foram a Alemanha (derrotada), a Itália (mesmo vitoriosa, insatisfeita com os resultados da guerra) onde, a crise se manifestou de forma mais violenta. Nesses países o liberalismo não conseguira se enraizar. Ambos possuíam problemas nacionais latentes, por isso, a formação de grupos de extrema-direita, compostos por ex-militares, profissionais liberais, estudantes, desempregados, ex-combatentes, etc., elementos que pertenciam a uma classe média que se desqualificava socialmente e eram mais sensíveis aos temas antiliberais, nacionalistas, racistas, etc.

Na Itália, Mussolini e na Alemanha, Hitler formavam organizações paramilitares que utilizavam a violência para dissolver comícios e manifestações operárias e socialistas, com a conivência das autoridades, que viam no apoio discreto ao fascismo um meio de esmagar o "perigo vermelho", representado por organizações de extrema-esquerda, mesmo as moderadas como os socialistas.

De início, esses grupos que eram mais ou menos marginalizados se valiam de tentativas golpistas para a tomada do poder como foi o caso do "putsh" de Munique, dado pelo Partido Nazista na Alemanha.

À medida que a crise se aprofundava e o Estado não a debelava assim como se mostrava incapaz de sufocar as agitações operárias, essas organizações fascistas e nazistas viam aumentar seus quadros de filiação partidária. Os detentores do capital passaram a financiar essas organizações de direita, vendo na ascensão delas um meio de esmagar as reivindicações da esquerda e a possibilidade de se posta em prática uma política imperialista no sentido de abertura de novos mercados. Por essa atitude dos capitalistas entende-se porque tanto Mussolini quanto Hitler chegaram ao poder por vias legais.

[Autor: Desconhecido-www.grupoescolar.com]

sábado, 6 de dezembro de 2008

[Generalizações marcam a história da humanidade] Professor - Elmo - História Geral


Claudio B. Recco*
Especial para a Folha de S. Paulo

São todos índios, são todos negros, são todos árabes, são todos muçulmanos. Se eles não se entendem, por que cabe a nós entendê-los? Essa questão simplória sempre serviu de pretexto para a intervenção dos "civilizados europeus" em outras sociedades, aquelas consideradas atrasadas. Nos dois últimos séculos, também é utilizada pelos EUA.
Generalizar é a forma encontrada por muitos para preservar a ignorância sobre outros povos e culturas e, conseqüentemente, o preconceito. A função da história é oposta a isso: sua intenção é conhecer a origem das sociedades, sua cultura, seu desenvolvimento e suas contradições.
Mas a "história" tem inimigos poderosos, aqueles que querem e precisam manter a ignorância como forma de facilitar a dominação, inimigos tão poderosos que praticamente impedem que o ensino supere esse preconceito.
A história que aprendemos é marcada por uma série de generalizações. Uma delas diz que "a Mesopotâmia sempre foi uma região instável".
Berço das mais antigas civilizações, região fértil situada entre os grandes rios Eufrates e Tigre, naturalmente foi um território disputado por vários povos.
Nessa região, sucederam-se diversas guerras e diversos impérios, como o caldeu, o babilônico e o assírio, e disso decorre outra generalização bastante comum em nossa cultura: "A guerra é natural, inerente ao homem". Mas, para fazer essa generalização, é preciso esquecer-se de olhar para os vários séculos de estabilidade no Egito ou em Creta.
E isso se nos detivermos apenas no primeiro momento do aprendizado de nossa história, a Antigüidade oriental.
Em outros momentos da história, ocorreram guerras e conquistas, mas houve paz e prosperidade também. Tanto os momentos de guerra como os de paz podem ser explicados e, para tanto, é preciso estar disposto a refletir sobre suas origens e sobre os interesses que existem entre os membros, grupos e classes sociais que formam a sociedade estudada, com todas as suas contradições.
Enfim, é necessário "entender o porquê das coisas", e essa compreensão pressupõe superar os preconceitos e estar aberto às novas descobertas, desprezando as generalizações.
Dica: Compare os interesses que existiam na Antigüidade com os que existem hoje no Oriente Médio e tente entender de que maneira eles são determinados por interesses socioeconômicos.

Claudio B. Recco é autor do livro "História em Manchete - na Virada do Século"

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

[ENTRE GUERRAS] New Deal dá vida nova aos EUA - História Geral- Prof.: Elmo

Franklin D. Roosevelt, O Presidente da época

Em 1932, a música da moda nos Estados Unidos era: "Brother, Can You Spare a Dime? ("Irmão, Você Pode me Emprestar um Trocado?"). Esse era o espírito de um país com 14 milhões de desempregados. E, pior, tinha-se a nítida impressão de que a crise não iria ter fim, de que não existia um ponto de virada: era a Grande Depressão.
Famílias aninhavam-se, em busca de calor, junto aos incineradores dos edifícios municipais, enquanto outras procuravam restos de comida nos caminhões de lixo. Boa parte da população norte-americana responsabilizava o presidente Hoover e os republicanos pela crise.
A política liberal do governo, de não interferir no mercado, teria sido a responsável pela quebra da Bolsa de Nova York em 1929 e pela depressão.
Assim, em 1932, o democrata Franklin Delano Roosevelt venceu facilmente as eleições presidenciais norte-americanas.
Durante a campanha eleitoral, Roosevelt havia se comprometido a estabelecer um "Novo Ajuste" (New Deal) para o povo americano. Em seu discurso de posse, declarou: "A única coisa a temer é o próprio medo".
E, audaciosamente, contrariando as teorias ultraliberais que defendiam uma mínima intervenção estatal na economia, procurou empenhar o Estado na ajuda aos "de baixo". Para resolver o problema do desemprego e reaquecer a economia, deu início a um enorme programa de obras públicas.
O New Deal estabeleceu um amplo programa de apoio aos desempregados. Construíram-se ou restauraram-se 400 mil quilômetros de estradas, colocaram-se em funcionamento 40 mil escolas, com a contratação de 50 mil professores, instalaram-se mais de 3,5 milhões de metros de tubulações de água e esgoto, além de praças e quadras esportivas em todo o país.
Na habitação popular, uma agência estatal avalizava financiamentos imobiliários, viabilizando um grande programa que impulsionou a construção civil.
A idéia era: o Estado gera empregos, as pessoas voltam lentamente a consumir, as fábricas e as fazendas aumentam a produção, contratam mais mão-de-obra, mais pessoas são reintegradas ao sistema e o capitalismo voltaria a florescer.
O consumo aumentou em 50% depois de três anos de investimentos governamentais. No entanto ainda havia 9 milhões de desempregados no país ao final da década de 30.
O problema do desemprego e do crescimento econômico só foi resolvido a contento durante a Segunda Guerra Mundial.

*Renan Garcia Miranda é autor de "Oficina de História", Editora Moderna, e professor de história do curso Anglo Vestibulares

domingo, 30 de novembro de 2008

[PSV 2009 ] COMPERVE DIVULGA CONCORRÊNCIA DO PSV 2009

A Comissão Permanente do Vestibular (COMPERVE) divulgou, na tarde de hoje, a concorrência relativa ao Processo Seletivo Vocacionado (PSV), da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

O curso que teve maior número de concorrência foi Medicina (116,92), o segundo, Direito (Campus de Natal), com 94,25 e em terceiro ficou Enfermagem, com 46,38.

Veja a Relação Candidatos/Vaga, no link:
Comperve/mario gerson
Postado por Ozamir Lima

terça-feira, 25 de novembro de 2008

COMPERVE-UERN

Ficha de Requerimento para Doadores de Sangue (PDF)
Ficha de Requerimento para Portadores de Necessidade Especial (PDF)
concorrência cotista do psv-2008
concorrência geral do psv-2008
números de candidatos aprovados com o sistema de cotas
números de candidatos aprovados sem o sistema de cotas
pontuação do primeiro e último colocado por curso



Ozamir Lima

COMPERVE - Comissão Permanente do Vestibular

A COMPERVE (Comissão Permanente do Vestibular) apresenta, neste espaço, as informações, editais e documentos sobre o Processo Seletivo Vocacionado (PSV) da UERN.

Dados para Contato:
Fone: (84) 3315-2153
Fax: (84) 3315-2172
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Reimpressão da Ficha de Inscrição do PSV 2009

Lançado o edital para o PSV 2009 - Baixe aqui

Conteúdo Programático para o PSV

Divulgação da 4ª Chamada de Aprovados


Fonte:Comperve


OZAMIR LIMA

[Uern] Provas PSV 2008

PSV 2008 - Prova 01
PSV 2008 - Prova 02
PSV 2008 - Prova 03

Arquivo em PDF.É necessário o programa Acrobat reader para baixar as provas.






Ozamir Lima

Comperve começa a entregar os cartões de candidatos inscritos no PSV nesta quarta

A Comissão Permanente de Vestibular da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (COMPERVE/UERN) inicia, a partir de amanhã, o cronograma de entrega dos cartões aos candidatos inscritos no Processo Seletivo Vocacionado (PSV 2009). A entrega segue até o dia 5 de dezembro.

Os estudantes devem ficar atentos aos dias especificados para a retirada dos cartões, respeitando o cronograma que divide os cursos em grupos, ou seja, os inscritos em cada grupo terão um período determinado para a retirada do cartão.

Começam a receber amanhã, os candidatos inscritos nos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Gestão Ambiental e Turismo. A entrega acontece nos mesmos locais de inscrição. Apenas o próprio candidato poderá retirar seu cartão e é necessário levar documento de identificação e duas fotos recentes e datadas.

De acordo com o professor Valdomiro Morais, coordenador da Comperve, 22.764 candidatos se inscreveram, sendo que, 8.076 foram em Mossoró, 5.414 em Natal, 1.893 em Assu, 1.654 em Caicó, 3.795 em Pau dos Ferros e 1.932 em Patu. Do total, 12.580 foram inscritos no sistema de cotas e 10.204 são candidatos não-cotistas que efetuaram inscrição via internet.

Também através da Comperve, a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PROEG), divulgou a relação definitiva dos candidatos aptos à realização do Teste de Aptidão Específica em Música (TAEM). O teste será realizado no dia 7 de dezembro, no horário de 8h às 12h, na Faculdade de Letras e Artes (FALA), no Campus Central da UERN. Os candidatos cujos nomes constam da relação, deverão comparecer ao local de realização do TAEM, às 7h30, levando o documento de Identificação Oficial, apresentado no ato da inscrição no PSV/2009, além de caneta esferográfica azul ou preta, lápis grafite, borracha, instrumento musical e 2 (duas) cópias da partitura que irá executar.

O resultado do TAEM será divulgado no dia 12 (sexta-feira) de dezembro, através de Edital que será afixado no âmbito interno da UERN e disponibilizado no site www.uern.br.


CRONOGRAMA DE ENTREGA DE CARTÕES

26 de novembro- Recebem os candidatos inscritos no grupo I - Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Gestão Ambiental e Turismo.

27, 28 de novembro e 1º de dezembro - Recebem os candidatos inscritos no grupo II - Ciências da Religião, Ciências Sociais, Comunicação Social, Direito, Filosofia, Geografia, História, Letras, Pedagogia, Serviço Social e Música.

3 e 4 de dezembro - Recebem os candidatos inscritos no grupo III - Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Medicina e Odontologia.

5 de dezembro - Recebem os candidatos inscritos no grupo IV - Ciência da Computação, Física, Matemática e Química.

11 e 12 de dezembro - Retardatários e Solicitantes de Segunda Via (todos os grupos)
Fonte:Gazeta do Oeste
Ozamir Lima

Vestibular 2009: alunos enfrentam as provas discursivas

Enfim chegou o terceiro e último dia do Vestibular 2009 da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Os alunos enfrentam nesta terça-feira (25) as provas discursivas. São três avaliações com quatro questões cada. As disciplinas variam de acordo com a área do curso escolhido pelo candidato.

Ressaltando a importância da prova discursiva a presidente da Comissão Permanente do Vestibular (Comperve), Betânia Ramalho, explica que a proposta das avaliações discursivas é modelar o conhecimento dos alunos, deixando para trás a velha "decoreba".

Entre outros conselhos, a presidente da Comperve enfatizou a necessidade de cautela por parte dos candidatos no momento da análise das questões. "É necessário muito cuidado no momento da leitura, de forma que o aluno possa captar o contexto da questão e assim poder elaborar uma estratégia para responder".

Momentos antes da abertura dos portões, os colegas Josenílton Vidal Mendes, 18 anos, e Johnson Nogueira de Barros, 18, conversavam nos arredores da Escola Estadual Desembargador Floriano Cavalcanti (Floca). Johnson, que vai prestar o Vestibular para Medicina, confessa que não estudou o suficiente neste ano, e que fez a provas mais para não perder a oportunidade.

Ao seu lado, Josenílton, em seu primeiro vestibular para Fisioterapia, conta que sentiu dificuldades para estudar com mais freqüencia. Como também trabalha, o rapaz sentiu o cansaço e acabou não conseguindo conciliar tão bem o estudo com o trabalho. "Como não estou tão preparado, bate um pouco o nervosismo e a expectativa de como vão estar as provas".
TN online

[ufrn] VESTIBULAR 2009

Disponibilizado o Gabarito Oficial Preliminar e as provas do segundo dia de provas.



www.comperve.ufrn.br






Ozamir Lima